Hoje assisti uma corrida da Fórmula 1. Para minha surpresa, o grande destaque desta temporada é o inglês Hammilton, de apenas 22 anos.
Contudo não é a idade que me chamou mais atenção. Por ser um novato, muitas pistas da F1 o piloto inglês ainda não conhece e adivinhem qual a ferramenta utilizada para saber as peculiaridades de cada pista?
A realidade virtual é a resposta certa!
Segundo os comentários de Galvão Bueno, Hammilton deu cerca de mil voltas no simulador virtual da Maclaren para conhecer melhor o circuito de Montreal, no Canadá. Automaticamente, lembrei-me dos debates sobre realidade virtual, ampliada, atualização que tivemos em Cibercultura.
Não sei se a prática é comum entre os pilotos da F1, com certeza deve ser. O fato é que, a vitória do inglês, sem cometer um erro, coisa que pilotos mais experientes e que já tiveram contato físico com a pista, efetuaram bastante, prova que o limite entre as potencialidades virtuais e a realidade física é inexistente. Prefiro o conceito realidade ampliada, defendido por Lévy, em seu Livro Cibercultura. Para o autor, o meio eletrônico amplia as potencialidades do meio "físico" e/ou complementa ambos.
André Lemos disse que a realidade é resultante de uma virtualidade atualizada, e foi justamente isso que o piloto inglês fez. Através do treinamento (a virtualidade), obteve conhecimento da pista Hammilton atualizou (venceu de ponto a ponta o Grande Prêmio de Montreaul), ou seja a realidade é que o jovem, primeiro negro na F1 será amanhã destaque nos periódicos mundiais, aliás já é machete nos jornais digitais.
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Sunday, June 10, 2007
Realidade Virtual
Quem disse que o futuro ainda está por vim não parou para olhar ao redor com um pouco mais de atenção. É natural, afinal, à medida que as coisas (ações, ferramentas...) vão se incorporando à rotina e ao cotidiano começam a passar despercebidas. Mas, finalmente, o que é realidade virtual?
De acordo a explicação de André Lemos na aula desta semana, a realidade virtual é uma interface que permite às pessoas “não mexer mais na informação e, sim, entrar na realidade através da simulação promovida por algumas ferramentas”.
Luvas que permitem interação com o local, óculos e roupas 3D, comunidade virtual, chat, fórum de discussão são apenas algumas mostras do “futuro atual” que já passam despercebidas aos nossos sentidos.
Friday, June 8, 2007
Realidade virtual
A internet afasta ou aproxima as pessoas?
Ainda na graduação, na disciplina "Informática", realizei um trabalho com o objetivo de responder tal pergunta.
Durante a pesquisa para fundamentar a resposta, deparei-me com o seguinte questão:
Qual a diferença entre ficar horas lendo um livro e passar o tempo equivalente na internet?
A priori, a minha resposta foi: nenhuma. Contudo, após as aulas de cibercultura é preciso corrigir minha posição.
Em frente ao livro temos o contato apenas com as idéias do autor, o mundo criado, dúvidas, emoções, é uma relação unidirecional. Já em frente a tela do pc e conectado a internet, as possibilidades de relações crescem a cada clique.
Na apresentação das minhas conclusões para defender a tese de que a web e os software sociais aproximavam as pessoas, citei como exemplo o poder de escolha por onde transitar, bem como os espaços personalizados dedicado ao debate.
Enquanto no condomínio as pautas eram sempre games, cinema e futebol, a minha vontade era debater política (era período eleitoral). Navegando pela rede, encontrei uma sala de bate-papo intitulada de "Problemas Brasileiros", entrei, conversei e criei um rede de parceiros interessados no mesmo tema, que jamais encontraria no mundo dito "real".
Muitos eu conheci pessoalmente, outros devido a geografia por hora é impossível o contato físico, porém as relações que desenvolvo através da rede são muitos mais positivas do ponto de vista do debate e conhecimento do que no mundo real. Aliás, o que seria do mundo, se continuasse com as minhas relações reais? O mundo meu mundo deixaria de ser mundo, para torna-se um mero satélite sem luz própria, assim como a Lua...
A tecnologia é a extensão do homem e ponto final!
Ainda na graduação, na disciplina "Informática", realizei um trabalho com o objetivo de responder tal pergunta.
Durante a pesquisa para fundamentar a resposta, deparei-me com o seguinte questão:
Qual a diferença entre ficar horas lendo um livro e passar o tempo equivalente na internet?
A priori, a minha resposta foi: nenhuma. Contudo, após as aulas de cibercultura é preciso corrigir minha posição.
Em frente ao livro temos o contato apenas com as idéias do autor, o mundo criado, dúvidas, emoções, é uma relação unidirecional. Já em frente a tela do pc e conectado a internet, as possibilidades de relações crescem a cada clique.
Na apresentação das minhas conclusões para defender a tese de que a web e os software sociais aproximavam as pessoas, citei como exemplo o poder de escolha por onde transitar, bem como os espaços personalizados dedicado ao debate.
Enquanto no condomínio as pautas eram sempre games, cinema e futebol, a minha vontade era debater política (era período eleitoral). Navegando pela rede, encontrei uma sala de bate-papo intitulada de "Problemas Brasileiros", entrei, conversei e criei um rede de parceiros interessados no mesmo tema, que jamais encontraria no mundo dito "real".
Muitos eu conheci pessoalmente, outros devido a geografia por hora é impossível o contato físico, porém as relações que desenvolvo através da rede são muitos mais positivas do ponto de vista do debate e conhecimento do que no mundo real. Aliás, o que seria do mundo, se continuasse com as minhas relações reais? O mundo meu mundo deixaria de ser mundo, para torna-se um mero satélite sem luz própria, assim como a Lua...
A tecnologia é a extensão do homem e ponto final!
Monday, June 4, 2007
A Evolução que leva ao Zero
Sim, vamos evoluir e chegar ao zero. Segundo André Lemos, na aula do dia 04 de junho, a evolução das interfaces tende a interface zero, ou seja, nada mais de toques ou cliques.
Lemos falou das seis fases da interface. São elas:
Lemos falou das seis fases da interface. São elas:
1. cabos e plugs;
2. cartões perfurados;
3. teclado e monitores (fase textual);
4. GUI - graphic users interfaces, ou interface gráfica do usuário, como a Wikipédia define. É um mecanismo de interação homem-computador. Com um mouse ou teclado o usuário é capaz de selecionar esses símbolos e manipulá-los de forma a obter algum resultado prático.
5. "toque" - com a mão ou a ponta dos dedos, podemos empilhar, arrumar, aumentar ou diminuir imagens (vídeos do Jeff Han - Perceptive pixel / Multi-touch interface )
6. realidade virtual - aqui, a interface zero. Não toco ou clico na informação. Eu entro nela. É a realidade 3D. Também na Wikipédia, encontramos que Realidade Virtual, ou ambiente virtual, é uma tecnologia de interface avançada entre um usuário e um sistema computacional. O objetivo dessa tecnologia é recriar ao máximo a sensação de realidade para um indivíduo, levando-o a adotar essa interação como uma de suas realidades temporais. Temos o uso de técnicas e de equipamentos computacionais que ajudam na ampliação do sentimento de presença do usuário.
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